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sábado, 11 de setembro de 2010

HIGIENE ( SEXUAL) PARA OS HOMENS ...É DIFERENTE??


Pessoal, essa foto é ilária!!! Pena que ainda têm muitos homens machistas por aí que acham que homem não precisa se depilar, que isso é coisa de "mulherzinha". Como disse no outro artigo, toda mulher quer um carinha que se cuida e apara os pêLos e coisa e tal... mas dessa vez quero falar de algo mais sério! Sabe eu vou falar agora de uma coisa que eu julgo que é culpa das mães... Sabe qdo a menina quer fazer xixi, a mãe leva no banheiro...mas se é um menino...faz ali no jardim, na árvore, em qualquer canto da rua... Os meninos cresceram e viraram homens que não sabem que é preciso lavar as mãos ANTES de urinar. Porque se vc estiver com as mãos sujas e segurar o pênis, vc corre o risco de pegar uma infecção urinária, micoses, fungos e até algumas DST que não são exclusivamente transmitidas pelo sexo. E, pra piorar depois de urinar vem aquela balançada...o último pingo na cueca e esquecem que o correto é lavar o pênis DEPOIS de urinar. Lavar???não é exagero??? NÂO!!! A urina têm uréia e até amônia, e é ácida... com o calor, o suor, a pele suave da glande(cabeça do pênis) pode ficar irritada...e o que está mal higienizado...cria bactérias...O correto então é expor a glande e lavar bem o pênis depois de cada vez que for urinar. Criar esse hábito é difícil para os homens, mas se vc tem um namorado, marido,amigo ou irmão, está na hora de pegar no pé deles...Eu conheci um que teceu um tremendo argumento dizendo que os homens na rua, não tem como fazê-lo, mas é mentira!! Qualquer banheiro de botequim tem uma pia.... os homens alcançam perfeitamente...qdo querem até usam as pias de boates para um sexo rápido e selvagem...rsrsrs. E, se eles tomam cuidado e mantém o "Bráulio" limpinho, cheirosinho, aparadinho...UAU... vai fazer sucesso, mas por favor não exagerem.... perfume que se usa "em cima" pode dar urticária e alergias "embaixo" e até estragar "a festa"!!!!

"MENINOS" PRECISAM SABER !!!


Aqui vai uma dica principalmente para os meninos, mas que absolutamente não exclui ninguém,tá? "Rapazitos" prestem muita atenção...cansei de ver vocês dizendo que esse papo de menstruação, pílula, ginecologista e etc...é coisa que "mulherzinha"... Elas é que têm que saber...Como vocês se enganam...Se ela engravidar...você estará irremediavelmente envolvido! Se ela estiver mal informada e você, mais perdido que cachorro que caiu da mudança...meu Deus...Como é que vai ser?? Sabiam que, se ela tiver uma simples candidíase( corrimento comum nas mulheres ) você vai ter que se tratar junto e, antes que perceba, vai estar de cara com um ginecologista acompanhando "ela", para poder se tratar também? Então "muchachos" arregacem as mangas e comecem a aprender tudo que envolve a vida das mulheres pois provavelmente, elas farão parte da sua vida!!!!

O QUE É FIMOSE? TÊM TRATAMENTO?QUAL?


1 - O que é FIMOSE ?

Fimose é a dificuldade, ou mesmo a impossibilidade de expor a glande ("cabeça" do pênis) porque o prepúcio ("pele" que recobre a glande, a cabeça do pênis) tem um anel muito estreito. Não é o simples fato do prepúcio (pele) estar colada na glande (cabeça), o que é freqüente e normal nos primeiros anos de vida (aos 6 meses somente 20 % dos meninos conseguem expor totalmente a glande, mas quase 90 % já o conseguem aos 3 anos).

2 - Por que as crianças tem FIMOSE ?

O motivo mais comum são as assaduras (dermatites amoniacais), causando postites, e cicatrizes (fibrose). Como cicatrizes sempre retraem a pele, isto torna o anel prepucial mais estreito. Também existem casos de crianças em que os pais preocupados com o acolamento normal entre a glande e o prepúcio fazem "massagem", forçando a pele, e ocasionando pequenos traumatismos (microtraumatismos), que ao cicatrizarem tornam o anel estreito, e aí formam uma verdadeira fimose.

3 - Então não se devem fazer "exercícios ou massagens" para ajudar a "abrir" o anel da pele (prepúcio) ?

Não, pois podem ocorrer microtraumatismos com dor, inflamação local e até sangramentos, e a cicatrização pode levar a um estreitamento da abertura no prepúcio. Os exercícios ao causarem dor e desconforto também criam na criança o medo de que alguém mexa nos seus genitais. Este medo interfere na higiene peniana, e ao não se realizar uma boa higiene ocorrem as postites (inflamações ou infeções do prepúcio), que são outra causa da Fimose. Este medo também dificulta a aceitação da cirurgia, dos cuidados pós-operatórios, e interfere na aceitação da sua sexualidade.

4 - Como prevenir a Fimose?

A melhor prevenção é ensinar aos pais como realizarem a higiene perineal, sem fazerem "massagens e exercícios", e reconhecendo e tratando adequadamente as dermatites amoniacais (assaduras) e as postites.

5 - Por que as crianças com Fimose necessitam de tratamento cirúrgico?

a) Permitir a higiene adequada do pênis.

b) Permitir no futuro um relacionamento sexual satisfatório.

c) Evitar ou corrigir a PARAFIMOSE (quando o orifício de abertura do prepúcio, por ser muito estreito, fica preso logo abaixo da glande, com dor, inchaço imediato e dificuldade de urinar

d) Diminuir o risco de balano-postites (infeções do prepúcio e glande), infeções urinárias, doenças venéreas e do câncer no pênis.

e) Diminuir o risco de câncer de colo de útero na sua futura esposa.

Observações: a) A fimose não impede, nem prejudica o crescimento do pênis, portanto a cirurgia (Postectomia) não vai ajudar o crescimento do mesmo. b) É estimado que mais de 18% dos meninos não circuncidados podem ter indicações cirúrgicas até os 8 anos de idade.

6 - Qual a idade ideal para cirurgia da Fimose?

Nos casos não complicados aguarda-se até ao redor dos7 - 10 anos de idade , por 3 motivos:

a) Neste período pode ocorrer o descolamento normal do prepúcio, a cura, não necessitando mais da cirurgia.

b) Até os 5 - 6 anos o menino realiza sua identificação sexual, chamada Fase Fálica, portanto o menino já entende a necessidade da cirurgia, e não corre o risco de achar que foi cortado um pedaço do seu pênis (Síndrome da Castração)

c) Antes da adolescência, quando as ereções mais frequentes tornam o pós-operatório mais doloroso e aumentam o risco das complicações.

7 - Como os pais podem preparar seu filho para a cirurgia ?

Em primeiro lugar os pais devem receber do cirurgião pediátrico orientações que lhes permitam conhecer como será realizada a cirurgia, para que eles se sintam seguros e possam transmitir esta segurança para seu filho. Além disso é importante não esconder do paciente o que será realizado, mas sem entrar em detalhes que ele não possa compreender e que possam assustá-lo. Ex.: a palavra "cortar" Demonstrar amor, segurança, e levá-lo ,se possível, a conhecer o local onde será realizado a cirurgia também auxilia no preparo pré-operatório.

8 - Como é feita a cirurgia ?

A não ser que o paciente tenha outras doenças ou que os pais prefiram, a cirurgia será feita de Ambulatório, isto quer dizer que o paciente não precisa ficar internado, não vai dormir, passar a noite num quarto do hospital, evitando assim uma maior separação do ambiente familiar, e diminuindo os riscos de infecção hospitalar. Quanto a técnica cirúrgica, e o quanto de pele a ser ressecada (retirada), isto varia conforme a idade do paciente, a intensidade da fimose, e a experiência do cirurgião.

9 - Os pais podem assistir a cirurgia ?

Nas crianças acima de 6 a 12 meses de idade é importante que um dos familiares permaneça junto a criança até que ela durma, para que ela se sinta segura. Em alguns hospitais de Porto Alegre é permitida e incentivada a permanência do pai e/ou da mãe ao lado da criança durante a indução anestésica.. Durante o ato cirúrgico no entanto não é permitido, por não ser necessário, para diminuir os risco de infecção, e evitar transtornos a rotina da sala cirúrgica. Na Sala de Recuperação Pós-Anestésica , os pais podem permanecer ao lado do filho, tranqüilizando-o, e auxiliando-o a se alimentar após estar bem acordado.

10 - E a anestesia, é local ou geral ?

Na infância, e mesmo na adolescência, se prefere a anestesia geral, geralmente precedido pelo uso de um sedativo e de um analgésico, pois: Evita que o paciente assista, participe e se assuste durante o ato cirúrgico. Evita a dor das "picadas" de agulha e da introdução do anestésico local. Permite que o paciente permaneça quieto, sem se movimentar durante a cirurgia . O paciente não se lembrará de nada que ocorre na sala de cirurgia, não tendo portanto nenhum trauma psicológico. Por ser muito seguro (risco de complicações severas inferior a 1 em cada 5.000 anestesias, e risco de óbito ao redor de 1 em cada 200.000 anestesias).

11 - E depois da cirurgia, quantos dias a criança necessita faltar a aula?

As crianças, se possível, são operadas numa quinta ou sexta-feira, e retornam tranqüilamente as aulas na Segunda-feira, mas com a recomendação de que evitem exercícios físicos que possam traumatizar a região cirúrgica por 2 a 3 semanas (Exemplos: - "lutas", jogar bola, andar de bicicleta, "skate", patins, "rollers",...).

Bibliografia "Cirurgia Pediátrica" – Maksoud, J. G. e colaboradores – 1998 – editora RevinteR "Clinical Pediatric Urology" – Kelalis,P.P.; King, L.R. e Belman, A. B.–3ª edição – 1992 – B. Saunders "Pediatric Surgery"- Ashcraft, Keith e Holder, Thomas e colaboradores – 2.000 – B. Saunders "Pediatric Urology"- O’Donnell, B.; Koff, S. A. e colaboradores – 3ª edição – 1997 – Butterworth "Diagnóstico Cirúrgico para o pediatra" – Leite, C. S. e colaboradores - 1999 – editora RevinteR DR. LIONEL LEITZKE e-mail: lionel@uroped.com.br Consultório: rua Mostardeiro 157 - conj. 406 90430-001 - Porto Alegre - RS - Brasil fone: (0xx51) 3222-4227 - fax: (0xx51) 3346-2907 Cirurgião Pediátrico Geral e Urologista Pediátrico

HOMEM TÊM CORRIMENTO?


Normalmente atribui-se "corrimento" às mulheres, porém, toda vez que a mulher ou o homem apresentam como sintoma, secreções nos orgâos genitais podemos popularmente dizer que é um corrimento...Nos homens o mais comum é o "corrimento" ou secreção causada pela gonorréia que anda meio "esquecida como DST porque deu-se mais destaques a doenças muito mais graves... A gonorréia é normalmente transmitida pelo sexo oral, anal,e vaginal mas também aparece nos olhos e o contato pode transmitir facilmente.

A gonorreia é uma doença de transmissão sexual causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que infecta o revestimento mucoso da uretra, do colo uterino, do reto e da garganta ou da membrana branca (conjuntiva) dos olhos. A bactéria pode propagar-se através da corrente sanguínea para outras partes do corpo, especialmente a pele e as extremidades. Nas mulheres, pode subir pelo trato genital para infectar as membranas que se encontram dentro da bacia, causando dor pélvica e problemas reprodutivos. Sintomas Nos homens, os primeiros sintomas costumam aparecer de 2 a 7 dias depois da infecção. Começam com queixas ligeiras na uretra, seguidas, poucas horas depois, de uma dor fraca ou intensa ao urinar e uma secreção de pus proveniente do pénis. O homem tem uma necessidade imperiosa e frequente de urinar, que piora à medida que a doença se estende à parte superior da uretra. O orifício do pénis pode adoptar uma cor vermelha e inchar. Nas mulheres, os primeiros sintomas costumam surgir entre 7 e 21 dias após a infecção. As mulheres infectadas não apresentam habitualmente sintomas durante semanas ou meses e a doença só se descobre depois de se ter diagnosticado a mesma afecção no seu parceiro masculino e ela ser examinada por ter estado em contacto com ele. Se aparecerem sintomas, costumam ser ligeiros. Contudo, algumas mulheres têm sintomas graves, como uma necessidade frequente de urinar, dor ao urinar, secreção vaginal e febre. O colo uterino, o útero, as trompas de Falópio, os ovários, a uretra e o recto podem ser infectados e provocar uma grande dor pélvica ou queixas durante o coito. O pus, que aparentemente provém da vagina, pode provir da cérvix, da uretra ou das glândulas próximas do orifício vaginal. As mulheres e os homens homossexuais que mantêm relações sexuais por via anal podem contrair gonorreia rectal. A doença pode causar mal-estar à volta do ânus e secreções provenientes do recto. A zona que rodeia o ânus torna-se vermelha e fica em carne viva, enquanto as fezes se cobrem de muco e pus. Quando o médico examina o recto com um anuscópio (tubo de visualização), é possível distinguir muco e pus sobre a parede do mesmo. O sexo oral com uma pessoa infectada pode causar gonorreia na garganta (faringite gonocócica). Em geral, a infecção não provoca sintomas, mas em certos casos produz dor de garganta e mal-estar ao engolir. Se os humores infectados entrarem em contacto com os olhos, pode verificar-se uma infecção externa do olho (conjuntivite gonocócica). Os recém-nascidos podem infectar-se com gonorreia através da sua mãe no momento do parto, o que lhes provoca edema de ambas as pálpebras e uma descarga de pus proveniente dos olhos. Nos adultos costumam verificar-se os mesmos sintomas, mas em regra só um olho é infectado. Se a infecção não receber tratamento, pode originar cegueira. A infecção vaginal nas crianças e raparigas pequenas costuma ser o resultado de um abuso sexual por parte de adultos; porém, em casos raros pode resultar da manipulação de objectos caseiros infectados. Os sintomas compreendem irritação, vermelhidão e inflamação da vulva, com secreção de pus proveniente da vagina. A jovem refere habitualmente queixas na zona vaginal ou uma sensação dolorosa ao urinar. O reto também pode ficar inflamado e as secreções podem manchar a sua roupa interior. Diagnóstico O diagnóstico é feito de imediato ao identificar-se a bactéria (gonococo) ao microscópio. Em mais de 90 % dos homens infectados, diagnostica-se através de uma amostra da secreção uretral. Contudo, este diagnóstico só se consegue fazer em 60 % das mulheres infectadas utilizando uma amostra da secreção cervical. Se não se descobrem bactérias ao microscópio, esta secreção é enviada ao laboratório para a sua cultura. Se o médico suspeitar de que existe uma infecção da garganta ou do recto, colhem-se amostras dessas zonas para efectuar uma cultura. Apesar de não existir uma análise de sangue para detectar a gonorreia, é possível colher uma amostra de sangue para diagnosticar se a pessoa também tem sífilis ou uma infecção causada pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH). Algumas pessoas têm mais de uma doença de transmissão sexual. Tratamento A gonorreia trata-se habitualmente com uma única dose de ceftriaxona intramuscular ou então com uma semana de antibióticos orais (em geral doxiciclina). Se a gonorreia se tiver dispersado através da corrente sanguínea, o doente recebe habitualmente tratamento num hospital, em regra com antibióticos endovenosos. Dado que a infecção com Chlamydia é frequente tanto nos homens como nas mulheres com gonorreia e é difícil de diagnosticar, os doentes recebem um tratamento de uma semana com doxiciclina ou tetraciclina ou então uma dose única de azitromicina, outro antibiótico de acção prolongada. Se os sintomas recorrem ou persistem no final do tratamento, podem colher-se amostras para cultura no laboratório, com o fim de se certificar de que o doente está curado. Nos homens, os sintomas de uretrite podem reaparecer, causando uma doença chamada uretrite pós-gonocócica. É quase sempre provocada por Chlamydia e outros microrganismos que não respondem ao tratamento com ceftriaxona e ocorre particularmente em doentes que não seguem o esquema de tratamento. Complicações da gonorreia Numa complicação rara da gonorreia, a infecção propaga-se pela corrente sanguínea para uma ou várias articulações que, como consequência, incham e doem terrivelmente, limitando o movimento. A infecção da corrente sanguínea também pode favorecer a formação de pontos cheios de pus na pele, o aparecimento de febre, uma sensação de mal-estar geral ou dor em várias articulações, que passa de uma para a outra (síndroma da artrite-dermatite). O interior do coração pode ser infectado (endocardite). A infecção da cobertura do fígado (periepatite) produz uma dor semelhante à da afecção da vesícula biliar. Estas infecções são tratáveis e raramente se revelam mortais, mas a recuperação da artrite e da endocardite pode ser lenta.
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